Como saber se a roupa que compro tem qualidade?

Responda essas perguntinhas e você saberá se sua roupa tem ou não qualidade!

O que primeiro nos atrai em uma roupa na vitrine? Será que é a sua beleza? A forma como ela está sendo apresentada? Ou, talvez, o fato de ter aparecido na novela? O preço pode estar para lá de atrativo? Bom, tudo isso junto são possíveis fatores que nos fazem parar, pensar, imaginar e, algumas vezes, comprar o que vemos. Essa atitude pode ser movida por um impulso, às vezes, por uma necessidade, outras, como uma forma de escape. Não, importa qual o fator que nos motiva, o que devemos pensar é se: será que aquilo que eu compro precisa ter qualidade?

A roupa é um item descartável mesmo! Se você tiver muito cuidado e souber lavar, dobrar, etc., ela pode até durar um tempo, mas um dia, não tem jeito, ela mancha, desbota, rasga, abre uns buracos ou fica impraticável. Para evitar que o que a gente compra com tanta alegria dure menos tempo ainda, é preciso avaliarmos se estamos investindo nosso dinheiro em peças que tenham uma certa qualidade (# para conseguir durar alguns mínimos anos), ou se é somente a moda que faz com que tenhamos impulsos loucos de comprarmos coisas sem um certo padrão mínimo.

Gente, tanto as roupas como os acessórios devem sim ter um nível de qualidade para conseguirem fazer o efeito desejado: deixar-nos bonita e com estilo. De nada adianta gastar horrores ou quase nada em produtos aparentemente bons, mas que, na verdade, são ruins. O que faz uma roupa nos deixar elegante é a sutileza do seu acabamento, é a delicadeza do seu corte, é o tecido que molda nosso corpo. Com isso, não estou querendo dizer que apenas lojas caras possuem roupas com tal qualidade. De forma alguma, sou muito a favor das lojas de fast fashion, de gastar pouco em peças de modismos e investir mais em coisas mais clássicas. A questão é que, muitas vezes, nos deixamos enganar e impressionar por uma grife cara e nem percebemos se estamos pagando um preço realmente justo, entende? Ser caro não é sinônimo de ser bom, nem de ter qualidade. O contrário também se aplica. Levar um produto só porque está muito barato pode ser uma furada inversa. De nada adianta gastar dinheiro (# nem que seja pouco) em algo sem qualidade, só por causa de uma liquidação que acontece 2 ou 3 vezes no ano.

Ao comprar qualquer coisa, temos a obrigação de checar tudo, olhar por dentro, por fora, verificar as costuras, se os botões estão soltando, se a costura é grosseira, se os zíperes estão alinhados, etc. Temos que vestir a peça por completo, sentar, levantar, caminhar, se olhar no espelho e se imaginar com ela. Se você se sentir confortável e mais segura com a roupa, pode levar! Ela precisa lhe deixar mais bonita, nunca em uma situação de desvantagem prendendo os seus movimentos, fazendo panos nas pernas ou impedindo sua locomoção. Você pode até levá-la em uma costureira para pequenos ajustes, mas, no geral, ela precisa enaltecer o que você tem de melhor e esconder aquilo que você não gosta. O mesmo deve acontecer em relação às bolsas, sapatos e bijuterias. Não abra mão de um mínimo de qualidade também. Verifique as alças, os solados, as costuras ao redor, os acabamentos de brincos, pulseiras, colares e anéis. Você tem esse direito. Afinal, ninguém quer usar um acessório com cola aparecendo ou com os fechos soltando. Peças sem qualidade destroem qualquer look, por mais caro que seja!

Se quiser saber um pouco mais sobre como se vestir de forma descomplicada, venha conhecer nosso canal no Youtube: Valeria Didier Coach.

Valery Didier
Foto: Reprodução

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